Lucorpafia trigoriana, escorregadia
Intupoluforica extra candencendente, inócua
Clistorifunigacelioideo cujo pitoliteio finca austeriolupido
terça-feira, 17 de junho de 2008
Quero ver...
Atreva-se numa pilotagem sem fins livrativos. Estenda seus punhos ao lado, mostre-os sem pudor. Sem outros, sem passos, sobre cunho de força estúpida,intolerante, importuna impavidez do silencio aconchegante de nós brasis esperançosos brasis.
Sobre o teto, o pulso
Sobre o piso o passo,
Sobre o traço, o risco
Sobre o cristo, o fracasso.
Sobre o teto, o pulso
Sobre o piso o passo,
Sobre o traço, o risco
Sobre o cristo, o fracasso.
Vagando
Não se deixe levar pela calmaria de minhas preces. O que peço pode te afetar. Aqui nesta cidade, de onde escrevo ao relento, os ventos aliviam as agonias. Há pedras que cercam e protegem-nos. A igreja fecha as nove horas. Há fieis que rezam na porta. Eu vou embora.
Naquela data, escrito, escondido, esconderijo da alma aliviada. Alado desejo branco, viril, acorrentado na manhã do outro dia. Ficaram nítidas tuas palavras, a prece e a calmaria.
Ainda rezo.
Sempre que encontro, trágica confusão. Vê se num viaja, dizia um amigo, do tempo em que passava minhas tardes no Parque 13 de Maio e depois ia tomar uma cerveja num dos bares da rua Mamede Simões. Que nela mesma, uma vez no bar Central, uma aparição diferente de tudo que já pude viver, mudou a luz dos meus olhos e clareou meu pensamento. Era Deus. Que, inexplicavelmente, estava tão preocupado comigo, que se manifestou tão diretamente quanto inacreditável.
Cadê? Quem tirou de mim? Quem transitou a morte do “camaleão” fazendo nascer o vazio do que se perdeu. Prejuízo sentimental, noturno desapego do ego que me transformou num sobrevivente perto dos parques públicos, perto das calçadas, do burburinho silenciosamente embriagante, suor do teu objeto. Deus conhece os nossos segredos.Deus me deu, e a consciência ficou desperta! Minha resposta é não.
Larguei tudo. Me vi inteiro, completo, satisfeito e disposto. Tomei Deus como vida e caminho. E minha vida era assim, até iniciar essas sessões de terapia que a faculdade disponibilizou gratuitamente. O Doutor me fez cada pergunta! Ta duvidando da fé? Não senhor, não senhor. Mas to pensando nela de outra forma. O Doutor me manda ir, acabou meu tempo. Cada sessão dura até 40 minutos. Sai e fui pra igreja tentar encontrar a irmã Nelícia, que vinha da Escócia, e fazia visita a Pernambuco, em Olinda, no Mosteiro de São Bento. Peguei o ônibus. Era só esperar que tava lá.
No caminho, pensei nos momentos em que a gente se cura. Superação
Naquela data, escrito, escondido, esconderijo da alma aliviada. Alado desejo branco, viril, acorrentado na manhã do outro dia. Ficaram nítidas tuas palavras, a prece e a calmaria.
Ainda rezo.
Sempre que encontro, trágica confusão. Vê se num viaja, dizia um amigo, do tempo em que passava minhas tardes no Parque 13 de Maio e depois ia tomar uma cerveja num dos bares da rua Mamede Simões. Que nela mesma, uma vez no bar Central, uma aparição diferente de tudo que já pude viver, mudou a luz dos meus olhos e clareou meu pensamento. Era Deus. Que, inexplicavelmente, estava tão preocupado comigo, que se manifestou tão diretamente quanto inacreditável.
Cadê? Quem tirou de mim? Quem transitou a morte do “camaleão” fazendo nascer o vazio do que se perdeu. Prejuízo sentimental, noturno desapego do ego que me transformou num sobrevivente perto dos parques públicos, perto das calçadas, do burburinho silenciosamente embriagante, suor do teu objeto. Deus conhece os nossos segredos.Deus me deu, e a consciência ficou desperta! Minha resposta é não.
Larguei tudo. Me vi inteiro, completo, satisfeito e disposto. Tomei Deus como vida e caminho. E minha vida era assim, até iniciar essas sessões de terapia que a faculdade disponibilizou gratuitamente. O Doutor me fez cada pergunta! Ta duvidando da fé? Não senhor, não senhor. Mas to pensando nela de outra forma. O Doutor me manda ir, acabou meu tempo. Cada sessão dura até 40 minutos. Sai e fui pra igreja tentar encontrar a irmã Nelícia, que vinha da Escócia, e fazia visita a Pernambuco, em Olinda, no Mosteiro de São Bento. Peguei o ônibus. Era só esperar que tava lá.
No caminho, pensei nos momentos em que a gente se cura. Superação
Cidades Cidades
Toda cidade tem seus virus de noias
Infecção que afeta as relações entre os mesmos da cidade
Deixando-os menos confiáveis, e, com o velho pé atrás
Um medo de estar sendo idiota, de levar uma rasteira
Isso afeta o comportamento diretamente
Amizades em processo de natal por vezes topam nas nóias
Uma luta de quem se sai melhor
Tolice!!!
Na verdade, quem se afeta, é o único praticante
Afinal, seus medos e suas nóias são intrínsecos
Na tentativa de sair melhor que o outro
Perde-se a oportunidade de compartilhamento gratuito
Morei em duas cidades, Recife, minha terra, e no Rio (Niterói) minha faculdade de estar no mundo, ambas têm suas nóias, no Rio, a malandragem anunciada, em contraditoriedade com a confiança ou abertura entre os malandros dali, e no Recife, a postura moral e ética, em contraditoriedade com a falta de confiança e de educação de um povo acuado, travado, vitimizado pelo processo histórico dali.
Infecção que afeta as relações entre os mesmos da cidade
Deixando-os menos confiáveis, e, com o velho pé atrás
Um medo de estar sendo idiota, de levar uma rasteira
Isso afeta o comportamento diretamente
Amizades em processo de natal por vezes topam nas nóias
Uma luta de quem se sai melhor
Tolice!!!
Na verdade, quem se afeta, é o único praticante
Afinal, seus medos e suas nóias são intrínsecos
Na tentativa de sair melhor que o outro
Perde-se a oportunidade de compartilhamento gratuito
Morei em duas cidades, Recife, minha terra, e no Rio (Niterói) minha faculdade de estar no mundo, ambas têm suas nóias, no Rio, a malandragem anunciada, em contraditoriedade com a confiança ou abertura entre os malandros dali, e no Recife, a postura moral e ética, em contraditoriedade com a falta de confiança e de educação de um povo acuado, travado, vitimizado pelo processo histórico dali.
Paixão no atacado e no varejo
Há um algo de só beleza nessa coisa toda de apaixonar-se constantemente. É comum as pessoas interpretarem como um certo “canalhismo romântico”. São idas e vindas de sensações que sonham em ser experimentadas, é um tal de se entregar com delírio e espontaneidade que todo o corpo arrepia, a temperatura sobe, a cabeça flutua e os olhos se calam com a boca adormecida. Essa minha vulnerabilidade das coisas que vem de fora e me invade o coração, sutilmente aberto, não se trata de apaixonar-se por qualquer pessoa. Trata-se da sorte, ou do que eu mesmo atraio. Sempre pessoas apaixonantes. Agora mesmo, percebo estar reapaixonado. Isso mesmo! Peguei-me apaixonado por uma mesma pessoa a qual já fui apaixonado num momento de turbulência emocional, daí pensava ter desapaixonado, até porque, antes de reapaixonar-me, havia me apaixonado por uma Strela, que a conheci em alguns encontros organizados por essa “mesma pessoa”. Penso na verdade, que nunca deixei essa paixão desmanchar, acabo de descobrir que há uma gaveta, bem confortável, de suave deslize, com chaves invisíveis pertencentes ao universo e seus encantos nos encontros. Imagino que possa decepcionar essa pessoa caso minha vontade seja realizada: dize-la que ainda estou apaixonado. Ela tem encantos espontâneos, sensualidade aquática e uma “sinceridade misteriosa” que a faz ser ao mesmo tempo amiga e mulher. Espera um pouco que o telefone ta tocando.
Nossa!
Era ela.
Ligou-me a fim de falar sobre as suas razões de estarmos em amizade. Eu mudei de assunto falando lhe de uma curiosidade minha. Sempre que via aqueles programas de auditório da tv, me chamava atenção as pessoas da sempre “platéia mais calorosa e animada da tv brasileira”. Não todas as pessoas, claro, apenas aquelas que na hora de bater palmas, a fim de acompanhar alguma promoção ou alguma banda, geralmente ruim, não conseguiam entrar no ritmo. Acabei dizendo que achava tudo aquilo uma doidera. E ela, educadamente, concordava.
É, doidera!
Fiquei me sentindo meio idiota, sei lá, que porra de papo é esse pra se dizer a pessoa que se está apaixonado? É, concluo, sou um idiota. Sou não. Fui. Caso ligue outra vez, vou ser diferente. Como me sinto agora.
Nossa!
Era ela.
Ligou-me a fim de falar sobre as suas razões de estarmos em amizade. Eu mudei de assunto falando lhe de uma curiosidade minha. Sempre que via aqueles programas de auditório da tv, me chamava atenção as pessoas da sempre “platéia mais calorosa e animada da tv brasileira”. Não todas as pessoas, claro, apenas aquelas que na hora de bater palmas, a fim de acompanhar alguma promoção ou alguma banda, geralmente ruim, não conseguiam entrar no ritmo. Acabei dizendo que achava tudo aquilo uma doidera. E ela, educadamente, concordava.
É, doidera!
Fiquei me sentindo meio idiota, sei lá, que porra de papo é esse pra se dizer a pessoa que se está apaixonado? É, concluo, sou um idiota. Sou não. Fui. Caso ligue outra vez, vou ser diferente. Como me sinto agora.
Ande preparado
existem janelas abertas para o sol e outras para um muro.
existem barcos a deriva e outros naufragados.
livros importantes e livros rasgados
No futuro desejado tem sangue em derramamento.
De se atrever, se meter e ser escutado.
de pular no rio sujo e sentir vontade de limpa-lo.
de esconder o riso no momento fúnebre de um assassinato.
de criar, ter e ser odiado.
de sofrer, se arrepender, de andar embriagado.
de estabelecer e ser reaproveitado.
de viver aquilo por você pensado.
Não esqueça,
ande preparado.
existem barcos a deriva e outros naufragados.
livros importantes e livros rasgados
No futuro desejado tem sangue em derramamento.
De se atrever, se meter e ser escutado.
de pular no rio sujo e sentir vontade de limpa-lo.
de esconder o riso no momento fúnebre de um assassinato.
de criar, ter e ser odiado.
de sofrer, se arrepender, de andar embriagado.
de estabelecer e ser reaproveitado.
de viver aquilo por você pensado.
Não esqueça,
ande preparado.
Quem quer "doer"?
Oh, pecador
Eu não
Oh pecador Oh
quem quiser que peça dor
no meu tabuleiro não há tal peça
Oh
,quem quiser que peça essa dor
pecador
Eu não
Oh pecador Oh
quem quiser que peça dor
no meu tabuleiro não há tal peça
Oh
,quem quiser que peça essa dor
pecador
Por um fio e meio
Incrivel essa negocio de ser gente, de ser humano, de ser razão, emoção e suas variáveis. Incrível como fui tragado por uma pequena. pequenos olhos, embora encherguem longe. pequenas mãos e carinhos precisos, arrepiantes.
Me apaixonei
E não é preciso que me corresponda
Devo-te gratidão
Por despertar em mim
Novamente tal sensação
Sentimento vigoroso
Absoluto nas horas
Vem! Catuca em mim
Paixão.
E lavra!
hehehehehe
Me apaixonei
E não é preciso que me corresponda
Devo-te gratidão
Por despertar em mim
Novamente tal sensação
Sentimento vigoroso
Absoluto nas horas
Vem! Catuca em mim
Paixão.
E lavra!
hehehehehe
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